Durante a Grande Depressão, a mais severa retração econômica do século XX, muitas famílias se viram sem qualquer recurso. Precisando vestir seus filhos, muitas mães passaram a fazer roupas com sacos de farinha. Percebendo isso, produtores de farinha dos Estados Unidos passaram a oferecer sacos de farinha com estampas. Além das roupas, as famílias passara a reutilizar esses tecidos como fraldas, toalhas e panos de prato, dentre outros usos. O hábito do uso dos tecidos dos sacos cresceu, fazendo que com que em um momento de falta generalizada de recursos, estima-se que cerca de 3,5 milhões de mulheres e crianças chegaram a utilizar roupas feitas de sacos de farinha. A prática da distribuição de farinha em sacos estampados perdurou até os anos 1960, quando o uso de embalagens de papel passou a ser economicamente viável.
O exemplo acima demonstra, mais uma vez, que momentos de adversidade podem ser oportunidades de inovação e, no caso dos sacos de farinha, um grande exemplo de sustentabilidade ambiental.
Fonte: Consultor Independente na Flavio Paim - Linkedin.com
@catitaestilosa Eternizando Lembranças.
Minha própria avó Maria, mãe de meu pai, fez um enxoval para mim, todo ele com sacos alvejados de farinha. Haviam lençóis, colchas, toalhas, guardanapos. Uma mala cheia, mas infelizmente quando chegou nas minhas mãos, estava toda embolorada. Como eu era a primeira netinha, ela de tão feliz, começou a montar esse enxoval lá no interior de São Paulo, em Pinhal, mas ficaram muitos anos guardados e infelizmente se estragaram.
Sua bênção vó. Te amo sempre, muito e tanto. Obrigada pelo enorme carinho 🌹

Nenhum comentário:
Postar um comentário